Cuidado com as personas. Elas podem arruinar a sua marca!

Errar na criação de personas prejudica mais do que a relevância do conteúdo, coloca em risco a percepção da marca pelo público ideal

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Quanto mais específico o público, mais decisivos são os pormenores, e mais difícil extraí-los Quanto mais específico o público, mais decisivos são os pormenores, e mais difícil extraí-los - Crédito Foto: Ane Mone

Marketing de conteúdo consiste em atrair no momento oportuno o público certo por meio de informações relevantes. Engajar estas pessoas pela importância do que encontram e, num futuro breve, gerar negócios a partir deste relacionamento. Sequência centrada num aspecto: Personas.

Personas são modelos baseados nos consumidores ideais. Descrevem idade, ocupação, interesses, comportamentos e por que escolhem marcas, serviços ou produtos. Habitualmente, informações vindas de fontes como equipe de vendas, perfis de leitores de publicações, questionários dirigidos ao público e análise de pesquisas conduzidas por entidades e universidades.

Norteado pelas características das personas, o estrategista de conteúdo elabora qual formato, linguagem e canais para atrair, engajar e conquistar clientes.

Em tese, os meios acima permitem criar personas em qualquer segmento. Porém, na prática, criar personas exige mais. Certos perfis e segmentos exigem conhecimento antecipado e profundo. Até mais: cultura e valores enraizados nos responsáveis por criar as personas. Só assim é possível entender os porquês, notar nuances fundamentais, os pontos que farão o conteúdo ressoar com quem o consome, conquistar a atenção deles e firmar relação legítima com estas pessoas e o segmento. Frequentemente, o essencial sobre personas esconde-se abaixo da superfície.

Personas genéricas resultam em conteúdo superficial, comprometem a relevância. E pior: podem prejudicar a percepção da marca, produto ou empresa. Acontece pelo seguinte:

Certas pessoas relacionam-se com marcas e produtos como transmissores de uma imagem, como parte e apoiadores de um estilo de vida. Portanto, qualquer conteúdo genérico, além de ineficaz, causa risco de rejeição à marca por “atacar” estes valores.

É o caso de boa parte da “Geração Y”, ou como também são conhecidos, os Millennials (nascidos entre 1977-1997). Conforme mostram os trechos extraídos do estudo “Alcançando a Geração Y por meio dos Esportes de Ação”:

“(A Geração Y) é guiada pela imagem, manifesta-se por meio dela. É consciente e leal às suas marcas favoritas... Os profissionais de marketing devem envolver-se na experiência da Geração Y para serem levados a sério, assim como seus produtos ou serviços… Os Millennials têm a percepção das marcas bastante fragmentada, e são pouco receptivos ao marketing clássico, tão eficaz nas gerações anteriores...”

Já se deparou com algum conteúdo produzido por uma marca ligado a um hobby, esporte ou algo caro a você, porém, sem conexão? Incomodou-se com o tom genérico, com a falta de valor nas informações? Provavelmente, a falha começou na superficialidade das personas, na ausência da relação autêntica dos criadores com o segmento. E, claro, estendeu-se à produção do conteúdo.

Nunca esqueça: Personas refletem pessoas reais. São a base para toda estratégia de conteúdo bem-sucedida. E quem se garante capaz de entender todos os perfis, verdadeiramente, não entende nenhum. Sobretudo em casos específicos. Por isso Whipress é focada na Geração Y aficionada por esportes de ação e motorizados.

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